Simone Luciaure...'s profile❄ VindaárR ❄PhotosBlogListsMore ![]() | Help |
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Mesmo que seja uma on line! Aqui tem algumas idéias pra você crescer, se divertir e pensar :-)
Pessoas legais, gente inteligente, gente elegante, gente engraçada, gente que adora te deixar irritado :D
Porque a música fala do que somos e sonhamos, ela fala do que não conseguimos expressar pelas notas musicais das nossas palavras... abençoados são os instrumentos que acompanham as vozes das esferas!
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July 04 Novo BlogPessoal, ando afastada desse blog porque descobri o wordpresss que é fantásico, cujas ferramentas são mais fáceis e carregam menos o computador do que o windowslive. VindaárR - http://vindarr.wordpress.com O novo Blog já está no ar há alguns meses, o teste drive foi aprovado, com várias visitas por dia, e você pode contar com as sessões Galdrablog, Rimas Intrapessoais, Dança Conceitual, entre muitas outras ^.^ Nos vemos por lá! August 05 Reflexões de uma Espiral AscendenteEspiral Espiral Espiral...
ViindárR August 02 Aprendendo com minhas próprias arestasAmo o suficiente para odiar. Não me ajoelho, não sou escrava. Escrevendo tudo isso eu me desapego dos meus medos. ...Idéias universais são bem diferentes da prostituição filosófica. Am worst than Pandora's box. VindárR Fórmula
A völva* que não sabe amaldiçoar Antes de se aventuar Bem e Mal são apenas condições Bênção e Maldição, Porém, VindárR
* Völva: profetisa, vulgarmente chamada de bruxa, feiticeira, macumbeira... enfim, seu conceito envolve mto mais do que as travas do senso comum, sendo ela uma viajante entre os mundos de Yggdrasil que as pessoas normalmente não adentram. Elas sempre trazem respostas que guiam - ou confundem - com o intuito de organizar uma estrutura que necessita de nova base organizacional. TolicesCaminhos de auto-conhecimento VindárR Tragédia EmoSou o veneno que liberta tua dor Liberdade óh Liberdade VindárR Conversas com a AncestralidadeHonrar VindárR ...Somos seres feitos de Ar ... Enquanto se pensa que equilíbrio é uma conquista VindárR July 29 Um Tempo nas Arcas de uma História
Ametista era uma pedrinha que sussurrava para os ventos. Certa vez, passando um bem tranqüilo pelo caminho, ela tentou chamar-lhe a atenção com seus sussurros cristalinos. O vento não a compreendia porque ela falava muito baixinho.
Então, o vento, percebendo que se não parasse não iria ouvir o que a ametista tinha a dizer, parou de circular por alguns segundos e pacientemente se pôs a escutar. A ametista ali, sem poder se movimentar, lamentou sua situação, olhando um cão a passar. Queria latir como aquele cachorro, mas não podia sequer pestanejar, pois só sabia sussurrar...
O vento então perguntou o que a ametista realmente desejava, e ela então sussurrou para o vento numa língua que ele conhecia muito bem: a língua das pedras. Ele já havia conversado com várias delas desde que o mundo fora criado e as conhecia muito bem, todos os clãs de pedras pela face da terra por aí espalhados.
A ametista disse que o tempo estava a demorar, pois sua vida nada tinha a acrescentar, seu único propósito era ser pedra, quando não, aos humanos descarregar e acabar estourada em algum canto da estrada.
O vento compreendeu a dor da ametista, e sentiu por ela profundo respeito. Ventos não choram de amor, quando estão secos, mas conseguem sentir afeição moderada. Então o vento permaneceu calado por mais um instante, e pediu um momento. Retornou com a ajuda das ondinas do lago mais próximo, e se dividiu em gotinhas de sereno naquele dia tão seco e empoeirado, sacrificando-se para levar um pouco de alento à pequenina ametista.
A pequena pedra então se emocionou, e preocupada ficou, sentido-se responsável pela morte do vento... foi então que veio a surpresa... das gotas que secaram no solo em que estava e nela própria, eis que ele de novo se formava, o vento! E alegremente – sem muita frescura porque os ventos são dinâmicos, começou a rodopiar, fazer a ametista sorrir maravilhada com a transformação.
Mas então, ela se deu conta, “se o vento fora capaz, de gotas se reestruturar, como seria com as ametistas?”
O vento não demorou a responder: “quando aqui cheguei, você me contou sua história pequena ametista. Eu acabo de lhe contar a minha.”
E partiu para a rota em que estava antes de parar para escutar os sussurros da solitária ametista.
“Mas e o tempo?” Devem se perguntar os leitores da historinha.
O tempo foi o único capaz de a tudo testemunhar e registrar, sem nada nem a ninguém contar. “De contas”, diz ele, “já me bastam as horas!”
Mári
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